quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

13 DOENÇAS COMUNS RELACIONADAS AO MAL DE ALZHEIMER

Embora ainda não se saiba muito sobre as causas da doença de Alzheimer, ter as seguintes condições pode aumentar o risco ou piorar os sintomas.

ANEMIA
Esta doença do sangue, muito comum, é definida por uma diminuição dos glóbulos vermelhos, células que transportam oxigênio, e é por isso que um sintoma comum é fadiga persistente. Outros sintomas incluem fraqueza, falta de ar e mãos e pés frios. A condição atinge mais de três milhões de americanos. Alguns estudos descobriram uma conexão entre anemia e um aumento do risco de demência em adultos mais velhos. Uma das causas mais comuns da anemia é uma deficiência de ferro, que pode resultar de uma dieta pobre, mas  também pode ser um efeito colateral de certos medicamentos.
A preocupação é que, ao privar o cérebro de oxigênio, a anemia poderia levar ao tipo de dano observado em pessoas com Alzheimer. Os resultados de um estudo de 11 anos envolvendo mais de 2.500 pessoas com idades entre 70 e 79 anos revelaram que aqueles com anemia tinham um risco 40% maior de desenvolver demência do que pessoas que não tinham anemia.

DEPRESSÃO E ANSIEDADE
Existem muitas evidências de que, para pessoas que estão destinadas a desenvolver a demência de Alzheimer, às vezes, a primeira coisa que aparece é depressão ou ansiedade. No entanto, esses distúrbios de humor podem não ser apenas um sintoma do Mal de Alzheimer, mas também fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Como a depressão e a ansiedade podem elevar os níveis do hormônio do estresse (cortisol), uma teoria é que níveis cronicamente altos de cortisol podem danificar o cérebro.
Curiosamente, os medicamentos antidepressivos estão sendo pesquisados como um tratamento potencial para o Mal de Alzheimer, dado que, certos antidepressivos têm propriedades anti-amilóide.

DIABETES
Diabetes é um fator de risco por várias razões, sendo a mais importante é que a doença leva a respostas inflamatórias anormais em múltiplos órgãos, incluindo o cérebro. Outra razão é que a via de sinalização da insulina também é uma das vias envolvidas na quebra da proteina amilóide. Finalmente, o diabetes contribui para a doença cerebrovascular (condições que aumentam o risco de acidente vascular cerebral), que é um fator significativo para o Mal de Alzheimer.
Quase 21 milhões de americanos têm diabetes, e estima-se que 54 milhões tenham pré-diabetes, mas, a doença pode ser controlada com mudanças na dieta e no estilo de vida, e medicação quando necessário, para diminuir o risco.

SÍNDROME DE DOWN
A genética é semelhante em ambas as condições. A mutação genética que desencadeia a síndrome também faz com que as placas amilóides (uma característica da doença de Alzheimer), se acumulem no cérebro ao longo do tempo.

GENGIVITE E PERIODONTITE
As doenças da gengiva  indicam  acúmulo de bactérias nocivas na boca e são móveis, podendo viajar para o coração e o cérebro e causar inflamação A gengivite é extremamente comum; quase metade de todos os adultos americanos tem alguma forma da mesma. Felizmente, também é fácil de prevenir e tratar: escovar com gusto, usar fio dental e fazer limpezas de dentes e exames a cada seis meses.

PERDA DE AUDIÇÃO
A perda auditiva não parece causar as alterações cerebrais físicas que são características da doença de Alzheimer, mas pode ser responsável por (e acelerar) a demência, o que poderia tornar os sintomas de Alzheimer ainda mais graves. Qualquer deficiência sensorial significativa quase certamente aumentará ou exagerará as conseqüências de qualquer comprometimento cognitivo.
Um estudo de 18 anos da Universidade Johns Hopkins e do Instituto Nacional do Envelhecimento descobriu que, quanto pior a perda auditiva de alguém, maior a probabilidade de desenvolver demência

HERPES E OUTRAS INFECÇÕES
 Infecções podem acelerar o dano causado pelo Alzheimer ao desencadear inflamações crônicas. Embora os especialistas já tenham pensado que as placas amilóides encontradas nos cérebros das pessoas com doença de Alzheimer eram lixo, agora teorizam que a placa pode ser a resposta protetora do corpo à infecção. Quanto mais placas o corpo produzir, por repetidos surtos de herpes, por exemplo, maior o risco de uma pessoa desenvolver o mal de Alzheimer mais tarde na vida.
Aos 50 anos, 90 por cento da população carrega o HHVI, o vírus da herpes que causa dor de garganta. Se você tiver uma afta de vez em quando, não entre em pânico. Mas se você é uma dessas pessoas que tem aftas a cada mês ou com mais frequência, melhor procurar assistência médica para medicamentos antivirais ou outras terapias. Eventualmente, os cientistas esperam desenvolver vacinas e medicamentos para combater esses vírus e infecções de forma mais eficaz

PRESSÃO ALTA
Qualquer coisa relacionada ao fluxo sangüíneo, incluindo pressão alta (na verdade, qualquer coisa pela qual se procura um cardiologista), pode ser um fator de risco para a doença de Alzheimer. Isso porque as doenças cardiovasculares podem comprometer o suprimento de sangue do cérebro. A pressão alta pode danificar os pequenos vasos sangüíneos que fornecem oxigênio às células cerebrais. Novas pesquisas também indicam que pessoas mais velhas, cuja pressão arterial é mais alta em média do que as de seus pares, têm maior probabilidade de desenvolver emaranhados e placas em seus cérebros, ambos marcadores da doença de Alzheimer.
Meça sua pressão arterial regularmente: o seu médico pode recomendar alterações no estilo de vida e medicamentos para ajudar a reduzi-la

HIPOTIROIDISMO
Ter uma tiróide hipoativa (mulheres mais velhas têm o maior risco), pode não causar a doença de Alzheimer, mas pode levar a problemas de memória que podem acelerar os sintomas da demência. Os sintomas mais comuns de problemas de tireóide são fadiga, ganho de peso, constipação e sensibilidade ao frio. O tratamento funciona, por isso não hesite em consultar o seu médico sobre quaisquer sintomas preocupantes.

OBESIDADE
Quase dois terços dos adultos americanos estão acima do peso ou obesos, e o excesso de peso é um fator de risco para diabetes, pressão alta e outros problemas cardiovasculares, que aumentam o risco de doença de Alzheimer e problemas cognitivos.
Aumentar a atividade física e perder uma quantidade relativamente pequena de peso pode ajudar a reduzir os fatores de risco

PRÉ ECLAMPSIA
A pré-eclâmpsia é uma forma de pressão sanguínea perigosamente alta que ocorre em cerca de 5% das gestações. Embora as mulheres que desenvolvem pré-eclâmpsia geralmente a experimentem por apenas um curto período de sua vida, alguns estudos sugerem que ela pode aumentar o risco de demência vascular décadas mais tarde. Tal como acontece com outros tipos de pressão arterial elevada e doenças cardiovasculares, a pré-eclâmpsia compromete o fornecimento de sangue e oxigénio ao cérebro.

APNÉIA DO SONO
A incidência exata de apneia obstrutiva do sono (AOS) é desconhecida porque muitas vezes não é diagnosticada, mas as estimativas são de que pelo menos 25 milhões de americanos a tenham. Os homens são mais propensos do que as mulheres, e é  muito pior do que o ronco estrondoso. Os doentes podem deixar de respirar várias vezes durante a noite, interrompendo o fluxo de oxigénio para o cérebro e outros órgãos.
Um estudo descobriu que pessoas mais velhas com apneia do sono tinham níveis muito mais altos de amiloide beta, a proteína envolvida no acúmulo de placas cerebrais. Outro estudo descobriu que pessoas com respiração irregular durante o sono mostraram sinais de desenvolver Alzheimer em uma idade mais precoce. Os pesquisadores acreditam que o tratamento dos problemas do sono pode ajudar a prevenir ou retardar a progressão da doença de Alzheimer.

DEFICIÊNCIAS VITAMINICAS
Uma deficiência de vitamina B12 pode causar problemas cognitivos. A deficiência de B12 é incomum, mas pode acontecer com o uso crônico de drogas que ajudam a reduzir o ácido gástrico. Uma deficiência de vitamina D também pode aumentar o risco de desenvolver Alzheimer ou demência mais tarde na vida. Converse com seu médico sobre sua dieta, suas prescrições e seu risco de deficiência; exames de sangue podem detectar problemas.

domingo, 13 de janeiro de 2019

DE COMO O “MULTITASKING” ESTÁ DESTRUINDO SEU CÉREBRO E SUA CRIATIVIDADE

Embora o têrmo “multitasking” (fazer um monte de coisas ao mesmo tempo), tenha sido inventado para computadores, lá pelo ano de 1966, tornou-se a “coisa certa a fazer”, para os que queriam parecer importantes e ocupados, nos anos 80, que também cunharam o têrmo “yuppie” ( pessoa jovem, com emprego bem remunerado e estilo de vida elegante. Lembro que as pessoas não faziam coisas, elas “aconteciam”). Também foi o estouro do consumo de cocaina.

Pois na época eu era jovem, em início de carreira, o que impedia assaz o tal estilo de vida elegante e o acontecer, além de morrer de medo da cocaina, pensando cá com meus botões que, em conhecendo os efeitos da mesma, de euforia e sensação de superioridade que a coisa dá, vai que eu gostasse não é? Mas o multitasking me parecia fenomenal, e eu invejava enormemente esses seres superiores que passavam pela vida fazendo mil coisas ao mesmo tempo, enquanto eu, lerda, nem fazer faxina e cantar ao mesmo tempo, já que consegui quebrar um dedo do pé na tentativa.

Lá pelos anos 90, mais escolada em neurologia, finalmente entendi a falácia da coisa, mas aí, o conceito já estava enraizado, principalmente no grupo de recursos humanos, que eram os que determinavam empregos e colocações.

Ao chegar aqui, e ter que procurar emprego, deparei-me com uma coisa nova, chamada “resumè”. Ora, o que sempre fiz foi Curriculum, coisa mais simples do mundo, de colocar em ordem decrescente suas credencias acadêmicas e de trabalho. Não senhores. Resumè é uma coisa esquisita na qual você explica para o futuro empregador que ele/ empresa não sobreviverão um segundo a mais se não usarem suas fantásticas competências. Pois lá fui eu aprender como fazer um. No processo, aprendi que havia palavras chaves a serem usadas, tipo “jogo em equipe”, disponibilidade de aprendizado”, e a tal capacidade de “multitasking”. Num dos artigos, descobri que deveria “escrever um resumé que chamasse atenção da pessoa do RH em 3 segundos”, já que, ocupadissimos que são, não podem perder mais do que esse tempo com cada resumé que recebessem. Pois me rebelei. Não é responsabilidade minha a falta de atenção deles.
Vai daí que, humildemente, pedi a marido para escrever o meu, a partir do meu CV, já traduzido para a lingua de Sheakspeare avacalhada que se fala por aqui. E devo dizer que o fez com maestria, já que na primeira aplicação, também ganhei o emprego, além de, na primeira entrevista fazer um discurso inflamado sobre a falácia do multitasking e funções cerebrais.

E lá se foram uns 20 anos de mais falácias sobre o assunto, até que finalmente, a verdade aparece. Pois bem, não dá para desfazer os maleficios de pelo menos 30 anos de bobagens, mas pode-se evitar futuras. Então, aqui vai um resumo dos malefícios do tal multitasking.

1-. MULTITASKING PODE LEVAR A DANOS PERMANENTES NO CÉREBRO 
Um estudo da Universidade de Sussex (Reino Unido) comparou a estrutura cerebral 
dos participantes com a quantidade de tempo que eles gastaram em dispositivos de mídia, ou seja, mensagens de texto ou assistindo TV.
Os exames de ressonância magnética dos participantes mostraram que os que mais multitaskeavam tinham menos densidade cerebral no córtex cingulado anterior, região do cérebro responsável pela empatia e controle emocional.
A implicação de suas descobertas é que o multitasking, especialmente envolvendo o uso de dispositivos de mídia, pode alterar permanentemente a estrutura do cérebro após longo período de uso.

2-MULTITASKING REDUZ  EFICIÊNCIA E  DESEMPENHO MENTAL
Earl Miller, neurocientista do MIT e um dos maiores especialistas do mundo em cognição humana, atenção e aprendizado, explica: “quando alternamos entre tarefas, o processo geralmente parece transparente mas, na realidade, requer uma série de pequenas mudanças. Cada pequeno turno leva a um custo cognitivo. Por exemplo, toda vez que você alterna entre responder e-mails e escrever um artigo importante, está drenando recursos cerebrais e energia preciosos.” Seu conselho é evitar a coisa, porque isso arruína a produtividade, causa erros e impede o pensamento criativo, pois nós, humanos  temos uma capacidade muito limitada para o pensamento simultâneo, e só podemos manter na mente um pouco de informação de cada vez.
Para reforçar o ponto de vista de Miller, outro estudo realizado na Universidade da Califórnia, descobriu que leva uma média de 23 minutos e 15 segundos para refocar uma tarefa após uma interrupção. E isso é apenas uma interrupção! Imagine a quantidade de tempo que é desperdiçado por interrupções repetitivas ao longo do dia. Faz as contas.
3.  MULTITASKING REDUZ FOCO E CONCENTRAÇÃO
Segundo o neurocientista Daniel Levitin, “o multitasking cria um ciclo de feedback de dependência de dopamina, recompensando efetivamente o cérebro por perder o foco e por constantemente buscar estímulos externos”, pois as regiões cerebrais que precisamos manter o foco em uma tarefa, são facilmente distraíveis. Cada vez que multitaskeamos, navegando na internet, checando varias mídias sociais, e-mails e assim por diante, treinamos nossos cérebros para perder o foco e nos distrair. Vai daí que, tal qual os efeitos de uma droga, nossos cérebros podem ficar viciados no aumento de dopamina quando trocam de tarefas e perdem o foco. Quando isso acontece, torna-se muito difícil quebrar o ciclo, como tão bem demonstra qualquer dependente de qualquer droga.
4- MULTITASKING PODE EMBURRECER.
Um estudo realizado da Universidade de Londres, descobriu que os participantes que multitaskeavam, tiveram uma queda nos pontos de QI, até o nível médio de uma criança de 8 anos de idade. Pensa nisso da próxima vez que estiver prestes a realizar várias tarefas ao mesmo tempo, pense na estarrecedora possibilidade de não haver muita diferença entre a qualidade do seu trabalho e o de uma criança de 8 anos.
Estudos também mostraram que o multitasking dificulta o aprendizado. Em 2011, os pesquisadores Reynol Junco e Shelia R. Cotton publicaram um estudo sobre os efeitos da multitarefa no desempenho acadêmico, tendo descoberto que, em média, os alunos que usavam o Facebook e respondiam a textos, enquanto estavam na escola, tinham um GPA e notas mais baixas do que aqueles que não o faziam.
Os pesquisadores observaram que “o processamento de informações humanas é insuficiente para atender a múltiplos fluxos de entrada e para executar tarefas simultâneas”. Como o foco e a qualidade da atenção da são necessários para o aprendizado, o multitasking dificulta nossa capacidade de aprender e interpretar informações de maneira eficaz
5- MULTITASKING CRIA ESTRESSE E ANSIEDADE
Vários estudos mostraram que o multitasking aumenta a produção de de cortisol, o assim chamado “hormônio do stress”.
Quando estamos estressados e mentalmente fatigados, a ansiedade aumenta, o que leva ao acúmulo do estresse, formando um ciclo vicioso de estresse e ansiedade constantes.
Mas nem todas as atividades multitarefa são igualmente estressantes. De longe, um dos principais fatores de estresse é a caixa de entrada de e-mail. O excesso de cortisol é produzido quando alternamos entre ler e responder a e-mails. Assim, se você luta com o estresse e a ansiedade, limpe sua caixa de entrada de e-mail o mais rápido possível.
6- MULTITASKING MATA A CRIATIVIDADE
O neurocientista Earl Miller sugere que o multitasking atrapalha criatividade e a inovação. “O pensamento inovador, afinal, vem da concentração ... Quando tentamos multitaskear, não nos concentramos o suficiente para dar de cara em algo original, porque estamos constantemente mudando e retrocedendo. ”
O suco criativo é desperdiçado ao alternar entre as tarefas e, idéias inovadoras, que poderiam ter aparecido, passaram batido por falta de atenção.  
7- MULTITASKING REDUZ A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL 
De acordo com extensa pesquisa conduzida por Travis Bradberry, especialista em inteligência emocional, esta é uma característica comum a 90% das pessoas que tem melhor desempenho em qualquer área, e sugere que o multitasking poderia danificar a parte do cérebro  responsável pela mesma (córtex cingulado anterior). Além disso, os dois principais componentes da inteligência emocional, auto e consciência e consciência social, podem diminuir significativamente devido ao multitasking. (Adendo meu: isso pode explicar o extensivo fenômeno de espalhamento de fake news e aumento dos grupos de extrema direita mundo afora, pois, quando o cortex frontal está funcionando em baixa frequência, não há possibilidade de pensamento crítico e, sem auto consciência ou consciência social, fica extremamente mais fácil o estímulo da amigdala, que é nosso centro do medo. Quando ela é estimulada, o cortex meio que congela. Não à toa, há inúmeros estudos demonstrando a diferença de ativação da amigdala entre conservadores e liberais, mas esta é uma outra história que fica para uma outra vez).
8. MULTITASKING PROVOCA SOBRECARGA E ESGOTAMENTO
Segundo o neurocientista Daniel Levitin, o multitasking sobrecarrega o cérebro e drena energia. “Pedir ao cérebro para desviar a atenção de uma atividade para outra faz com que o córtex pré-frontal e o corpo estriado queimem glicose oxigenada, o mesmo combustível de que precisam para completer tarefas. E o tipo de mudança rápida e contínua que fazemos com o multitasking leva o cérebro a queimar o combustível tão rapidamente que nos sentimos exaustos e desorientados depois de curto período de tempo. Literalmente, esgotamos os nutrientes em nosso cérebro “.
9. MULTITASKING LEVA A DECISÕES IDIOTAS
O multitasking também prejudica as habilidades de tomada de decisão. Ao alternar constantemente entre as tarefas, o precioso "músculo da força de vontade" é esgotado, o que leva à acumulação de “fadiga de decisão”, termo psicológico que se refere à deterioração da qualidade das decisões , depois que se toma uma série de decisões, além de  levar a comportamentos impulsivos e a decisões disparatadas, pois uma das primeiras coisas que perdemos no multitasking,  é o controle dos impulsos. Isso rapidamente se transforma num estado de esgotamento no qual, depois de tomar muitas decisões insignificantes, podemos acabar tomando decisões realmente ruins sobre algo importante. Como resultado, torna-se muito mais difícil adiar a gratificação e exercitar o nível de autocontrole necessário para alcançar nossos objetivos.

PROTEJA-SE
Nosso cérebro não é construído para executar várias tarefas e gerenciar a quantidade de informações que enfrentamos diariamente, e a melhor maneira de protege-lo é praticar o ato de escolher. Concentre-se em uma coisa de cada vez e faça pausas a cada hora e meia, para recuperar sua energia. Trabalhe em um ambiente livre de distrações e mantenha telefones e dispositivos de mídia fora de vista.
O multitasking parece fantástico, mas não vale a pena desperdiçar seu tempo e energia, enquanto vai destruindo seu cérebro.                                                                                                                                           

Emotional Intelligence – EQ  CLIQUE AQUI
Here’s Why You Shouldn’t Multitask, According to an MIT Neuroscientist CLIQUE AQUI
Higher Media Multi-Tasking Activity Is Associated with Smaller Gray-Matter Density in the Anterior Cingulate Cortex CLIQUE AQUI
The Cost of Interrupted Work: More Speed and Stress CLIQUE AQUI
The relationship between multitasking and academic performance CLIQUE AQUI
The organized mind: thinking straight in the age of information overload: Levitin, Daniel J, Dutton, New York, NY, 2014 

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